| Release Date: | Sep 2010 |
|---|---|
| Genre: | Drama |
| Awards: | 2 nominations |
| Cast: | Ana Moreira (Rapariga Pálida), Catarina Wallenstein (Educadora Sentimental), Filipe Vargas (Cavalheiro no Restaurante), Miguel Guilherme (Homem da Gramática), Alexandra Lencastre (Centro da Mesa), Eric Santos (Homem Negro no Bar), José Eduardo (Vagabundo), Rita Blanco (Mulher da Gramática), João Ricardo (Cozinheiro), Rui Morrison (Homem Funeral), Margarida Vila-Nova (Mãe), Suzana Borges (Senhora no Restaurante), António Pedro Cerdeira (Homem da Gravata Verde), Claúdio da Silva (Bernardo Soares), Monica Calle (Mulher Nua), Pedro Lamares (Fernando Pessoa), Miguel Moreira (Homem Nu), Sofia Leite (Mulher de Verde), Beatriz Monteiro (), Marcello Urgeghe (Moreira / Luís II da Baviera), Ricardo Aibéo (Dono do Bar), Sofia Marques (Pobre), Manuel João Vieira (Bêbado Corpulento), Luísa Cruz (Senhora no Restaurante), Cristiana Milhão (), Laura Soveral (Pobre), André Gomes (Homem da Gravata Rosa), Sérgio Grilo (Bêbado Franzino), Bernardo Mendonça (), Graciano Dias (Empregado de Mesa), Raquel Prates (), Marta Mateus (Mulher Funeral), Vítor Gonçalves (), Tatiana Santos (Bailarina), Claudia Clemente (Mulher de Vermelho), Maria Antunes (Mulher de Azul), João Barbosa (Chefe de Mesa), Paulo Filipe (Pobre), Valéria Brites (Menina), Dinis Gomes (Jovem Clássico), Carlos Costa (Homem Funeral), Suzie Peterson (Empregada do Bar), Keara Domingos (Stripper), Pedro Borralho (Bailarino), Timóteo Dos Santos (Rapaz das Saladas) |
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se fÃsica, palpável, visÃvel. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.